Modelo de Gestão
Tal modelo foi concebido com base na problemática diagnosticada na região de influência do reservatório. A metodologia vem sendo tão bem aplicada que tornou o Cultivando Água Boa um movimento transformador das e nas comunidades, permitindo que a Itaipu assumisse um papel de articuladora, facilitadora, parceira e promotora.
Na essência desse modelo de gestão está a adoção da Bacia Hidrográfica do Paraná 3 como referência de atuação. Ou seja, o programa foca as ações numa territorialidade estabelecida pela própria natureza: a bacia hidrográfica. Uma definição que transcende a divisão político-administrativa dos municípios e permite atuar onde o problema realmente está.
Na prática, a implantação do programa começa pela seleção da microbacia a ser trabalhada, seguida de encontros com as comunidades e seus líderes para sensibilizar e informar sobre o Cultivando Água Boa e a partir do que são criados os comitês gestores. Tem início então a dinâmica das oficinas, quando são levantados os problemas e definidas as ações corretivas a serem tomadas. Ao final, é celebrado o Pacto das Águas, um compromisso firmado entre a Itaipu, a Prefeitura e os demais parceiros que farão parte dos projetos a serem desenvolvidos. Conheça mais sobre cada componente estratégico do modelo de gestão do Cultivando Água Boa e entenda como o programa funciona.
O programa Cultivando Água Boa é composto por diversas ações e projetos que caminham em paralelo, num movimento de participação contínua de todos os envolvidos. Para gerir e sustentar essa atuação, a Itaipu Binacional desenhou um modelo de gestão estruturado em quatro componentes estratégicos: Gestão por Programas; Gestão Participativa; Gestão Ambiental e Gestão da Informação Territorial.
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Na essência desse modelo de gestão está a adoção da Bacia Hidrográfica do Paraná 3 como referência de atuação. Ou seja, o programa foca as ações numa territorialidade estabelecida pela própria natureza: a bacia hidrográfica. Uma definição que transcende a divisão político-administrativa dos municípios e permite atuar onde o problema realmente está.
Na prática, a implantação do programa começa pela seleção da microbacia a ser trabalhada, seguida de encontros com as comunidades e seus líderes para sensibilizar e informar sobre o Cultivando Água Boa e a partir do que são criados os comitês gestores. Tem início então a dinâmica das oficinas, quando são levantados os problemas e definidas as ações corretivas a serem tomadas. Ao final, é celebrado o Pacto das Águas, um compromisso firmado entre a Itaipu, a Prefeitura e os demais parceiros que farão parte dos projetos a serem desenvolvidos. Conheça mais sobre cada componente estratégico do modelo de gestão do Cultivando Água Boa e entenda como o programa funciona.









